A História da Cromoterapia

Você sabia que desde as civilizações antigas as cores são usadas para melhorar a qualidade de vida das pessoas? Os egípcios, gregos, hindus e chineses já aplicavam as cores, geralmente através de luzes coloridas.

Segundo informações de Bibliografias, os habitantes do continente desaparecido, Atlântida, construíram templos terapêuticos, com tetos em forma de cúpula, feitos com cristais que espargiam as luzes no espectro da cor.

Os egípcios também reuniam grupos de pessoas em salas e colocavam na janela um prisma, para que os raios do sol se decompusessem em raios coloridos. Assim, eles perceberam que as pessoas podiam ser beneficiadas pelas cores.

A Índia começou a usar a terapia da cor por meio das pedras preciosas, por serem as mesmas compostas por sete raios que são forças primordiais e formativas da natureza. Eles utilizavam uma cor ou mais, segundo suas necessidades.

Outros povos como os tibetanos, chineses, gregos etc, também já usavam a terapia da energização do corpo pelas cores.

História da Cromoterapia

No início do século XIX, a terapia das cores foi temporariamente esquecida ficando adormecida, mas nessa época um famoso médico Hipócrates, que era considerado o pai da medicina, mesmo sendo um médico Alopata, continuou a usar as cores em seus clientes.

Os bons resultados começaram a ser comprovados por muitos estudiosos que pesquisaram sobre o poder das cores e puderam provar a eficácia do tratamento. John Ott, médico e diretor do Instituto Sarasota – Flórida/ EUA, realizou uma pesquisa sobre os efeitos das cores em tumores cancerosos. A partir desse estudo, ele pôde demonstrar que a luz solar é muito importante para a saúde de todos os seres vivos.

Outro nome de destaque na área é Niels Finsen, médico em Copenhague – Dinamarca. Ele fundou o Instituto da Luz para a recuperação de clientes com tuberculose. Realizou tratamentos surpreendentes em cerca de dois mil clientes com a aplicação da Cromoterapia, recebendo o Prêmio Nobel.

O jornalista, conferencista e professor de Brasília, René Nunes, não pode deixar de ser citado, já que, foi um dos maiores responsáveis pela divulgação da Cromoterapia como ciência-energética no Brasil e também no exterior. Ele aplicou essa terapia em mais de dez mil clientes e obteve um grande índice de recuperação.

Em 1962, a cromoterapia recebeu reconhecimento como terapia complementar pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e desde então sua popularidade só tem aumentado no mundo todo.

Peter Mandel, na Alemanha, também merece destaque. Ele já usava a cromoterapia, quando, a partir de 1970, aprofundou seus estudos com base nas ideias de Popp e os fundamentos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) e criou a Cromopuntura, que vem ganhando adeptos em todo o mundo.

Atualmente, a aplicação mais comum da cromoterapia continua sendo feita com focos de luz. O objetivo da aplicação das luzes coloridas é equilibrar os chacras do corpo humano, auxiliando no aumento de energia do corpo físico. Muitas pessoas desfrutam dos benefícios desse tratamento da medicina alternativa.

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